Dani Alonso, Capitão Augusto e Damasceno conquistam Casas Terapêuticas para Marília

Programa do Governo do Estado, em modelo residencial, vai atender até 90 homens e mulheres com vício em álcool e drogas; conquista dos parlamentares terá investimento de aproximadamente R$ 4,5 milhões

O Governo do Estado de São Paulo anunciou para Marília, nesta terça-feira (24), a criação de duas Casas Terapêuticas para tratamento de pessoas com vício em álcool e drogas, conquista que atende a pedido da Deputada Estadual Dani Alonso (PL), do Deputado Federal Capitão Augusto (PL) e do vereador Delegado Damasceno (PL).

O investimento de aproximadamente R$ 4,5 milhões é uma resposta do Governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) a um pedido feito pelos parlamentares ainda em 2023, quando Delegado Damasceno era o então Secretário de Assistência Social de Marília, no governo do Prefeito Daniel Alonso (Republicanos).

“Muitas famílias sabem a dor que o vício em drogas e no álcool causa. É um sofrimento silencioso que atinge dentro de casa, afeta os pais, mães, filhos e, muitas vezes, a família já nem sabe mais como ajudar quem tanto ama. Mas quando existe apoio, cuidados, tratamento, existe esperança para recomeçar”, disseram os Deputados. 

“Essa é uma bandeira que nosso Delegado Damasceno sempre defendeu com muita força e nós abraçamos essa causa, eu e o nosso Deputado Federal Capitão Augusto”, contou Dani Alonso. “Nosso Governador Tarcísio é uma pessoa extremamente sensível, preocupado e empenhado em levar dignidade e cuidado às pessoas, e atendeu ao nosso pedido”. 

O público-alvo são pessoas com vício em álcool e outras drogas, vivência em situação de rua e com mais de 18 anos de idade.

Delegado Damasceno enalteceu a conquista. “É muito significativo que neste ano o tema  da Campanha da Fraternidade seja sobre moradia, pois as Casa terapêuticas vão acolher pessoas em situação de rua, com problemas relacionados ao uso do álcool e outras drogas. Muito obrigado Dani Alonso, Capitão Augusto e Governador Tarcísio”.

O programa tem modelo de acolhimento residencial e conta com psicólogos, assistentes sociais, socioeducadores, nutricionistas, entre outros profissionais. A proposta é estruturada em quatro fases: Acolher, Despertar, Transformar e Caminhar – um processo que pode durar até dois anos e devolve aos acolhidos tarefas de autocuidado e auto-organização.

Os participantes têm acesso a terapias individuais, atividades socioeducativas e culturais, com o objetivo de retornar aos estudos e ao mercado de trabalho, até a conquista da autonomia, com renda e moradia.  Após a finalização das etapas, o acolhido continua sendo acompanhado pela equipe técnica para prevenção de recaídas.

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